quinta-feira, 20 de setembro de 2012


HIPNOSE 

Teorias, Factos e Mitos

A Hipnose causa furor entre as mentes informadas e menos informadas, alguns enfatizam os seus mistérios, outros mostram a sua simplicidade.
A verdade é que o assunto “Hipnose” é hoje em dia algo muito comum nos meios terapêuticos. A cada dia a medicina e vários estudos académicos derrubam a ideia errada de que a hipnose é uma prática mágica, esotérica ou teatral. Hoje, é reconhecida como um eficaz método terapêutico e tem sido aplicada em diversos tratamentos e praticada até mesmo em hospitais.
Saiba mais sobre o  que é a Hipnose e o que ela pode fazer por si.

Há muito preconceito e informações equivocadas sobre o que é e como funciona a Hipnose, vamos clarificar alguns pontos e compreender melhor…

Existem muitos mitos e preconceitos sobre a Hipnose. Talvez devido à chamada Hipnose de Palco mostrada em filmes, desenhos animados e novelas de forma totalmente errônea, denegrindo assim da hipnose. Muitos criticam-na sem ter qualquer conhecimento do que é, como funciona e para que serve.
Hipnose é um estado natural de consciência diferente do estado de vigília, semelhante ao sono, é um estado temporário de atenção modificada.
A hipnose é simplesmente um método de comunicação que induz um transe ou um estado semelhante a um transe. Na verdade, não é nada que você nunca tenha experimentado. Todos nós entramos e saímos de um transe muitas vezes por dia sem nos darmos conta disso!
Quando uma pessoa está hipnotizada é possível comunicar diretamente com a mente inconsciente, que não critica nem raciocina do mesmo modo que a mente consciente. Este estado hipnótico é caracterizado por um marcante aumento quer da criatividade e da receptividade à sugestão, como também da capacidade para modificar a percepção e a memória. Além disso é também caracterizado pelo potencial para o controle de uma variedade de funções fisiológicas usualmente involuntárias.

Quando a pessoa está hipnotizada ela está dormindo?

Não. O nome Hipnose tem como origem o Deus grego do sono chamado Hypnos e foi utilizado pela primeira vez em 1843 por um físico Inglês chamado Dr. James Braid. Este nome pode causar a impressão errada de que hipnose é a mesma coisa que sono.
Transe hipnótico não é sono, apesar de algumas pessoas ficarem tão relaxadas que podem adormecer. No entanto, isso não é um problema porque uma parte da mente continua a ouvir a voz do hipnólogo. No estado de hipnose os reflexos estão presentes enquanto que num estado natural de sono os reflexos são diminuídos ou inexistentes.

A pessoa hipnotizada fica inconsciente?

Quase todos nós encaramos com algum temor ou desagrado a possibilidade de perder a consciência. Na verdade, isso não acontece, a pessoa é capaz de perceber o que se passa à sua volta.

Todas as pessoas podem ser hipnotizadas?

Noventa por cento das pessoas podem ser hipnotizadas sem problemas. Não é possível hipnotizar uma pessoa que tenha algum tipo de debilidade mental. É necessário imaginação e boa vontade para cooperar e aceitar as sugestões. A melhor pessoa a ser hipnotizada é aquela que é criativa e possui motivos para ser hipnotizada.

Quanto mais profundo for o estado hipnótico maiores serão os resultados?

Não é necessário estar num estado hipnótico profundo para se beneficiar da hipnose. Muitos resultados e a maioria dos trabalhos são feitos a partir de um estado de hipnose leve.

Como exatamente a hipnose funciona?

A aplicação da hipnose é baseada simplesmente no conhecimento psicológico do relacionamento entre a mente consciente e a mente inconsciente.
A hipnose pode alterar a maneira como o cérebro interpreta a experiência e pode mudar as percepções, os pensamentos, os comportamentos, e os sentimentos da pessoa.
No momento em uma pessoa se encontra num estado hipnótico, as "defesas" oferecidas pela mente consciente (razão) diminuem e assim, ideias que originalmente eram questionadas e ou ridicularizadas, começam a ser facilmente transmitidas para a mente inconsciente.
No estado hipnótico a mente consciente fica "desligada" impedindo o seu poder dedutivo. Isso permite fazer com que a pessoa entre num profundo estado de sensibilidade e possa ressignificar as suas memórias.
A hipnose funciona porque todos os seres humanos são sugestionáveis. Sugestão é o segredo chave do hipnotismo.

Como acontece este processo de sugestões hipnóticas?

A hipnose ressignifica situações, pensamentos, ideias e atitudes que a pessoa não conseguiria fazer de uma forma racional. Se a hipnose pode trazer novas sugestões, pode com isto formar novas ideias e crenças, permitindo que você acredite que “alface é delicioso” e que “amanhã irá ficar calmo quando estiver a apresentar a sua tese”.
Nós somos reflexos das sugestões que aceitámos simplesmente porque elas formam as nossas crenças sobre o mundo e sobre nós próprios. Essas crenças estão armazenadas no nosso inconsciente.
As sugestões chegam de diversas fontes: família, televisão, sociedade, professores e 90% são instaladas antes dos 6 anos de idade quando a capacidade crítica ainda se está a desenvolver.
Essas crenças e memórias impedem a pessoa de visualizar o seu pleno potencial, e diariamente poderá dizer frases como: "Eu não posso”, “Eu sou gordo”, “Estou com medo”, “Não adianta tentar”, “É difícil”, “É impossível", e cada vez mais se auto-sugestiona negativamente e limita o seu poder de atuação.
Apesar da mente inconsciente ter o poder de aceitar e armazenar sugestões negativas, esta notícia tem o seu lado bom. O inconsciente é uma “máquina” poderosa que não possui críticas nem julgamentos. Aceitará como literal e verdadeiro qualquer sugestão que possa chegar até lá, e este é o poder da hipnose.

A ciência já conseguiu explicar a hipnose?

A ciência já começou a desvendar e a explicar a hipnose, a hipnose é reconhecida pela medicina. Um dos primeiros reconhecimentos abrangentes do potencial cientificamente comprovado veio em 1996, quando o Instituto Nacional de Saúde dos EUA (principal órgão de pesquisa médica do país) reconheceu sua eficácia para aliviar a dor em doenças crónicas, como o cancro.
A explicação é que a hipnose provoca modificações profundas no funcionamento do cérebro, alterações essas documentadas por exames de imagem precisos e sofisticados.
Esses estudos usaram tomografia funcional ou seja, técnicas que acompanham mudanças nas várias regiões do cérebro, para ver o que acontece na mente de uma pessoa hipnotizada.
Os resultados reforçam o efeito real da hipnose sobre a mente.
Em um exemplo com os estímulos visuais, primeiro os investigadores mostraram a pacientes não-hipnotizados uma tela totalmente preta e examinaram as suas actividades cerebrais. Depois, mostraram uma tela totalmente vermelha, registando de novo os padrões de actividade cerebral. Após hipnotizarem as pessoas, eles diziam-lhes que estavam a ver uma tela vermelha, embora a tela real fosse preta. Surpresa: o padrão cerebral dos hipnotizados era o de quem estava a ver a tal tela vermelha inexistente.
Hoje, o conceito médico de hipnose é claro: trata-se de um estado alterado de consciência induzido por profissionais capacitados. Nesse estado, há mudanças nos padrões das ondas cerebrais e várias estruturas do cérebro são ativadas com maior intensidade, em especial as relacionadas à memória e às emoções.

Onde pode ser aplicada a Hipnose?

Pode ser utilizada na área da saúde e traz muitos benefícios quando utilizado nas cirurgias, sendo excelente em anestesia e analgesia. Também é indicada para tratamentos de ansiedade, depressão, síndrome do pânico, tabagismo, obesidade, alcoolismo, drogas, insónia, gaguez, processos de aprendizagem, memória, compreensão e concentração nos estudos, mudança de hábitos, mudança de comportamentos, entre outros. Serve ainda como técnica de fortalecimento do ego, aumento da auto-estima e técnica motivacional. Ou mesmo para o treino e melhoramento de resultados de atletas.

E na vida profissional? Quais as profissões em que a hipnose pode contribuir mais? 

A hipnose pode ser usada para ajuda pessoal em qualquer área profissional. Destacando-se como uma poderosa ferramenta para médicos, psicólogos, terapeutas, dentistas e coaches.

(fim da primeira parte)

Pode ler mais sobre hipnose e os nossos próximos cursos neste link

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O que dizem os seus olhos? (parte 2)

(continuação...)

Saiba como “ler” os olhos do seu interlocutor e interpretar sinais e pistas oculares durante uma conversa.

Os neurologistas descobriram que quando uma pessoa pensa, os olhos se dirigem para um dos lados, dependendo do sistema representativo que ela está a usar.
Estudamos este tema em PNL, são as “Pistas de Acesso Ocular”, os seis movimentos que os nossos olhos podem fazer enquanto pensamos, para conseguirmos acessar determinada informação que está arquivada em alguma parte do nosso cérebro.
Os neurologistas também descobriram que existe uma relação entre a direção do movimento dos olhos e a recuperação desses dados, cada direção está correlacionada com o local onde a informação está armazenada.


São estes movimentos oculares que nos fornecem pistas sobre como a pessoa está a processar as informações: se ela está a criar e a imaginar, se está a lembrar de algo, a ver imagens, a sentir sensações; e como o interlocutor está a reagir ao diálogo ou às questões colocadas.

Identifique abaixo as seis pistas de acesso ocular





Vl - Visual lembrado
(olhos voltados para cima e à esquerda), busca de imagens já vistas anteriormente, memoria visual.
Vc - Visual construído (olhos para cima e à direita), construçao visual de imagens nunca vistas antes, processo de imaginaçãoe criação.
Al - Auditivo lembrado (olhos na linha média, para o lado e à esquerda), lembrança de sons ouvidos antes.
Ac - Auditivo construído (olhos na linha média, para o lado e à direita), organizar sons e palavras nunca ouvidas realmente dessa maneira antes. Misturar ou compor, palavras e sons de uma nova forma.
Ai - Auditivo interno – ou Auditivo digital (olhos voltados para baixo e à esquerda), falar para si mesmo, diálogo interno.
C – Cinestésico (olhos para baixo e à direita), entrar em contato com sentimentos, emoções e sensações, introspeção.


(Estes são movimentos padrões, são observados em todas as pessoas dotadas de uma organização neurológica normal.)



Todos nós provavelmente já passamos pela experiência de fazer uma pergunta a alguém que em seguida desviou o olhar, mexeu os olhos para cima e para a esquerda e disse: “Huuummm, deixa ver se eu me lembro…”. Com este movimento de olhos, sabemos que a pessoa realmente buscou em sua mente, as suas imagens visuais recordadas.
Portanto, as informações dadas pelas pistas de acesso podem ser detectadas pela simples observação dos movimentos oculares.
Se durante uma conversa, o seu interlocutor estiver a olhar para baixo, já sabe que esta pessoa esta usando as sensações e as emoções para compreender ou interagir com você. Neste caso, você devera utilizar uma comunicação mais cinestésica a fim de conseguir maior sintonia com a pessoa.


Conhecer e estudar as pistas de acesso ocular, pode trazer muitas vantagens em negociação e benefícios em relacionamentos.
Esteja atenta(o) aos movimentos dos olhos do seu interlocutor, descubra o que indica cada um dos movimentos, mas interprete juntamente com outros fatores ou pistas. Cuidado com a pressa para utilizar estas técnicas, será preciso muita prática e conhecimento sobre outros sinais escondidos na comunicação.
É muito comum ver uma pessoa que acaba de aprender estas dicas, sair por aí a “caçar mentirosos” e a dizer:
- Está mentindo! Eu vi quando você olhou para a direita…!”
Pronto, para além de você perder toda a vantagem competitiva e de persuasão que poderia ter, lá se vai o acesso que tinha para as mentiras... rsrsrsrs

Se é possível detectar mentiras com esta técnica? Sim, é!
Mas você precisa estudar mais a fundo estes processos e também saber observar os M.C.R.ls, Movimentos Corporais correspondentes a Representações Internas. (que você pode aprender, juntamente com as pistas de acesso ocular, no nosso curso básico de PNL)

Lembre-se de que mais importante do que ficar descobrindo se alguém está mentindo ou não, eh seguir com a sua vida da melhor maneira possível. Porque por mais arriscado que seja, penso que confiar nas pessoas sempre será a melhor opção.
E mais do que confiar nos outros, você precisa confiar em si mesma(o) e estar preparada(o) para uma ou outra mentirinha que possa aparecer pelo caminho.

Muito sucesso,
Cris

P.S.: Dia 05 de Fevereiro tem Workshop aberto de PNL no Estoril das 19hs as 21hs!
As vagas são limitadas, faça a sua inscrição neste link

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O que dizem os seus olhos? (parte 1)

Saiba como “ler” os olhos do seu interlocutor e interpretar sinais e pistas oculares durante uma conversa.

No proximo post irei falar sobre as “pistas de acesso ocular”, já sabe o que é? Se a resposta for não, prepare-se para começar a entender ainda mais sobre como o seu interlocutor está pensando diante do diálogo.

Os olhos podem, através de seus movimentos, revelar em que aspecto da conversa uma pessoa está prestando atenção, ou seja, as estratégias de pensamento que ela está a utilizar. Dependendo da direção dos movimentos dos olhos, podemos saber se ela está a buscar uma informação armazenada em sua memória (lembrando), se está a usar a imaginação e a criar o teor da conversa naquele momento, ou ainda se está a tomar consciência de seus sentimentos com relação ao assunto.

Saber interpretar estas pistas, irá ajudar na criação de uma maior sintonia com as pessoas, aperfeiçoar e facilitar o processo comunicativo, e até mesmo desenvolver a sua capacidade de detectar mentiras.
Esteja atenta(o) aos movimentos dos olhos do seu interlocutor, descubra o que indica cada um dos destes movimentos, interprete juntamente com outros fatores ou pistas, e obtenha muito mais informações do que apenas as palavras que são ditas durante uma conversa.

Poderá aprender esta técnica e muitas mais no nosso

Proximo curso de PNL
Dias 25 e 26 de Fevereiro
Das 9:30 as 18:30

Local: Hotel Inglaterra, Estoril

Informações e inscrições:
Sofia Bogarim
927 162 206 ou info@criscarvalho.com

Espero por si,
Cris

domingo, 13 de novembro de 2011

Os mistérios da sua mente inconsciente (2ª Parte)

Como o inconsciente pode atrapalhar ou facilitar a sua vida

Sempre que uma pessoa está mentalmente presa a uma situação difícil e não consegue se libertar, ou não consegue reagir de uma maneira favorável, dizemos em PNL (Programação Neurolinguística) que está em um “estado problema” ou em um “estado sem recursos”.
A pessoa sente que não tem a habilidade ou a capacidade que lhe permita lidar com a situação problemática, encontra-se sem recursos e incapaz de pensar claramente ou agir eficazmente. Colocando de outra maneira, ela não consegue ter acesso a neurologia adequada para a tarefa, e assim, o cérebro será incapaz de encontrar uma solução.
Novamente teremos que compreender o que se passa no inconsciente quando isto acontece, a partir daí ficará mais fácil mudar e aumentar o autocontrolo quando se trata de obter comportamentos e atitudes mais harmoniosos e equilibrados.
Junte-se a nós para continuarmos a nossa conversa sobre este tema tão interessante e determinante, próxima segunda-feira dia 14 de Novembro no programa Mais Mulher na SIC Mulher.


Como o cérebro processa informação?
Estruturamos a informação guardada na nossa mente através de nossos cinco sentidos: visão, audição, tacto, paladar e olfacto.
Experimentamos o mundo na forma de sensações visuais, auditivas, cinestésicas, gustativas ou olfactivas. Dessa forma, quaisquer experiências que temos guardado na mente são representadas através desses sentidos que em PNL chamamos de Submodalidades, os blocos menores com os quais estruturamos nossas experiências internamente. Ao lembrarmos ou criarmos qualquer experiência em nossa vida, temos acesso à imagens, sons e sensações internas.
O nosso inconsciente arquiva as nossas experiências subjectivas de acordo com a qualidade da experiência (que deriva das características destas submodalidades) e não de acordo com o tempo. Para fazer isso ele usa distinções de Submodalidades da mesma forma que o diretor de cinema muda a iluminação ou o ângulo da sua câmera, ou nos faz escutar uma determinada música ou ruídos dependendo dos sentimentos que queira despertar em nós. Nossa mente joga com diferentes qualidades de submodalidades, e nós iremos reagir ao resultado final deste “filme interno”!

Geralmente e a título de exemplo, a maior parte das pessoas consegue ter uma lembrança mais agradável se fechar os olhos e visualizar uma cena com imagens em movimento, como se fosse um filme, trazendo-as bem para perto e aumentando a sua luminosidade à medida que se aproximam, fortalecendo o seu colorido. Pelo contrário, a lembrança não será tão agradável ao visualizar-se as imagens paradas, como numa fotografia, em preto e branco, distantes e desfocadas.

Sendo assim, as submodalidades são as variáveis que definem a diferença na informação interna que é processada quando pensamos de forma visual, auditiva ou cinestésica.

Exemplos de Submodalidades
Visual:
cor, luminosidade, tamanho, distância, contraste, velocidade, quadro ou panorama…
Auditivo: volume, tom, duração, velocidade, ritmo, eco, continuidade….
Cinestésico: localização, intensidade, pressão, temperatura, peso, forma, umidade….
(Obs. Esta lista não é completa e não há ordem de importância entre as submodalidades.)

As Submodalidades do ponto de vista da Neurociência
Como as Submodalidades influenciam a função cerebral?

Outro poderoso sistema de codificação da informação, o qual origina as submodalidades, é chamado de codificação da frequência. Basicamente, a codificação da frequência significa o número de vezes que um neurônio ou o caminho neuronal dispara em um dado período de tempo. Quanto maior o número de impulsos por segundo, maior a intensidade do estímulo. Quando o seu dedo toca ligeiramente no tampo de uma mesa, o sistema somatosensorial codifica a intensidade da transação enviando aproximadamente 1 impulso por segundo para o cérebro. Mas, quando o mesmo dedo encosta no queimador de um forno a 300°C, uma mensagem é transmitida numa frequência que ultrapassa 500 impulsos por segundo.
Esse mesmo mecanismo opera no sistema visual. Quando os seus olhos percebem a luz de uma vela num quarto escuro, o cérebro recebe somente alguns impulsos por segundo via os caminhos visuais, enquanto que a retina é capaz de transmitir centenas de impulsos por segundo durante a observação direta do sol.
Assim, quando nós pedimos para alguém para tornar mais clara uma imagem, nós lhe damos um comando para o sistema nervoso aumentar a codificação da frequência de uma imagem existente e, em seguida, aumentar a intensidade das emoções e das sensações codificadas com esta imagem. O contrário é verdadeiro quando nós pedimos para fazer uma imagem ficar mais embaçada ou escura.

Quando a pessoa usa esses termos em sua própria linguagem enquanto descreve uma experiência, ela está de novo fazendo uso das conexões de arrasto entre os circuitos lingüísticos e visuais no seu cérebro.

Na prática como podemos usar esta informação e estas descobertas?
Se prestar atenção a estes processos e compará-los, notará que eles exibem um padrão de organização. Descobrirá que no seu arquivo mental, as imagens podem variar quanto ao tamanho, luminosidade, cor, brilho, etc. Os sons podem variar quanto à altura, timbre, localização, tom, etc. As sensações poderão variar características tais como localização, intensidade, peso, pressão, extensão, textura, etc.

Faça um teste: peça para a sua mente te mostrar a imagem de uma memória de um momento agradável e observe as submodalidades desta imagem… se é brilhante ou opaca? se é colorida ou preto e branco? se é grande ou pequena? se está longe ou perto? se é escura ou clara? se tem movimento ou é parada? se tem som? se tem cheiro?
E agora peça para a sua mente te mostrar a imagem de uma memória de um momento desagradável e observe as submodalidades desta imagem…

Com certeza encontrará diferenças e começará a perceber que pode alterar as submodalidades de uma memória!
As variações de submodalidades das imagens/memórias em determinada experiência podem alterar substancialmente nosso estado interno em relação a mesma, podendo assim surgir recursos úteis na superação de limites.
Todo comportamento humano é resultado do estado no qual estamos e nossos estados são criados por nossas representações internas, então, usando submodalidades distintas, como “imagem grande e perto” versus “imagem pequena e longe”, podemos mudar completamente uma experiência de vida.

Todos nós temos experiências boas e más. O que faz a diferença é a forma como nos lembramos delas e reagimos a essas lembranças. Aprendendo a controlar a mente, poderemos dar um novo colorido à nossa vida e modificar a percepção que temos da situação.

Muitas técnicas de PNL- Programação Neurolinguistica (por exemplo: Padrão Swish e as Linhas Temporais) foram criadas a partir da descoberta das submodalidades e na capacidade de modificá-las.. A nossa mente joga com estas diferentes qualidades às quais chamamos de submodalidades.

Agora as cartas estão na mesa e poderá passar a jogar de forma mais consciente e com maior autocontrolo.
Esta disposta(o) a mudar a sua mente???

Muito Sucesso,
Cris

Peça-nos mais informações sobre as sessões de Coaching com PNL.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Por dentro da mente

O Consciente e o Inconsciente

Se fossemos utilizar a imagem de um iceberg para representar a mente, o consciente seria apenas a ponta deste iceberg, a parte consciente é muito menor do que a inconsciente.
No que diz respeito à capacidade de guardar informações o inconsciente consegue captar e armazenar muito mais do que o consciente. O consciente possui acesso a poucas memórias. A maioria das pessoas não tem lembranças conscientes de muitos anos atrás.
A mente consciente é responsável pelo foco, capta apenas as informações que são alvo da sua atenção.

O inconsciente guarda tudo o que vivemos, aceita as informações que passam ou não pela mente consciente, fica “gravado” tudo o que acontece e aconteceu em nossa vida e são acessadas, de forma inconsciente, sempre que necessário.
Todos os registos do passado, do presente e do futuro ficam arquivados nesta parte da mente, pois não há cronologia. Não existe o tempo. Tudo no inconsciente é no AGORA.

E o que há de mais importante em tudo isso é que a parte da mente que “comanda” e “cria” a realidade é a mente INCONSCIENTE. São seus pensamentos ocultos e programações internas, escondidos nesta parte mais profunda, que originam a sua visão do mundo à sua volta e os seus comportamentos.

Faremos dois vídeos sobre este tema que me fascina completamente!

O primeiro já está disponível:



quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Os mistérios da sua mente inconsciente (1ª Parte)

Como o inconsciente pode atrapalhar ou facilitar a sua vida


Este é um assunto muito importante para ajudá-la(o) a compreender de uma vez por todas porque a sua vida pode estar fora de controle. Saiba que grande parte das suas experiências está sob a responsabilidade da parte inconsciente da sua mente.
Você reage às situações que acontecem no seu dia-a-dia por uma programação inconsciente que está instalada no seu cérebro. Isso faz com que o seu cérebro automaticamente escolha por você as suas respostas e os seus comportamentos, e talves você acabe por decidir algo ou agir de certa maneira sem que realmente queira. Ou seja, algumas vezes você é quem decide o que fazer e que comportamento prefere ter, mas na maioria das vezes é a sua mente inconsciente que decide. É no inconsciente que estão gravadas todas as nossas memórias; os nossos hábitos e padrões de comportamento permanecem armazenados ali. Nem sempre estamos cientes da razão pela qual reagimos da forma que o fazemos a determinados acontecimentos, apenas sabemos que reagimos de forma automática, a qual podemos chamar de programas internos.
Resta saber se os seus programas internos estão a seu favor ou estão contra você, se levam ao sucesso ou arrastam ao fracasso. Se está a obter resultados e respostas diferentes daquelas que gostaria de ter, provavelmente está na hora de mudar os programas guardados no seu inconsciente!


Junte-se a nós para uma conversa sobre este tema tão interessante e determinante.Próxima segunda-feira, na SIC Mulher no programa Mais Mulher.
Fique atenta(o) ao próximo post com mais detalhes e dicas sobre este tema.
Muito sucesso,
Cris

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Assuma o comando do seu cérebro!

Já alguma vez fez algo com tal eficiência a ponto de ficar impressionada(o)?
Já lhe aconteceu admirar alguém pelo que fez e ficar a pensar como conseguiu aquilo?

Então, a PNL descodificou estas “programações” e desenvolveu um grande conjunto de técnicas inovadoras e altamente eficazes para produzir os resultados que gostaria de ter na sua vida.
Desde a sua criação, a PNL estuda e codifica várias estratégias de pessoas com destaque. São estratégias de auto-estima, de confiança, de comunicação, de criatividade, de flexibilidade e muitas outras que têm sido aplicadas com sucesso em pessoas que desejam possuí-las.

Definida como o “Manual do Cérebro Humano”, a PNL – Programação Neurolinguística estuda o funcionamento subjectivo do cérebro e da mente, como estruturamos o pensamento, a emoção e a comunicação.
O conhecimento da forma de funcionamento do seu cérebro possibilitará fazer mudanças programadas por si mesmo, visando uma melhor comunicação, o desenvolvimento de empatia, equilíbrio emocional e elaboração de estratégias na conquista de suas metas.(clique aqui para continuar a ler mais sobre PNL)

Saiba ainda mais sobre esta revolucionária metodologia, os seus benefícios e resultados, neste link.

Muito Sucesso,
Cris